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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Fantasiando por aí... com Maurice Sendak


Maurice Sendak
Quem nunca assistiu Às Aventuras do Pequeno Urso, desenho que conta a rotina de um ursinho muito simpático, juntamente com sues pais e amigos, a beira de uma floresta? Ou mesmo, quem ainda não teve o prazer de rir com a maluquice de uma turminha de 7 "monstrinhos", tamanho extra-família, criados por uma bondosa senhorinha feiticeira?
Bom, se ainda não viu, corra ver! Vale a pena!



Desenho "Os sete Monstrinhos - exibido no Brasil pela TV Cultura"

Desenho "O Pequeno Urso - exibido no Brasil pela TV Cultura"


E o que esses desenhos maravilhosos, que podem ser considerados clássicos, tem em comum: seu autor, Maurice Sendak.


Nascido em Nova York (1928-2012). Filho de imigrantes poloneses judeus, sempre gostou de ler e desenhar. Entre seus autores preferidos, costumava citar Louis StevensonHerman Melville e Mark Twain. Seus desenhos têm uma linguagem muito original, com forte influência de Marc Chagall, Henri Matisse, Goya e Picasso. Além de livros infantis, Sendak também desenvolve cenários e figurinos para óperas e balés. Ganhador de diversos prêmios, Sendak se tornou um ícone no mundo da ilustração e literatura infantil, marcando sua obra com vigor artístico e muita sensibilidade.


Ilustração do livro Onde Vivem os Monstros, de 1963.
Capa do livro Onde vivem os Monstros, de 1963.

Em 2009, uma de suas obras ganhou espaço no cinema com o lançamento de Onde Vivem os Monstros (Título original: Where the Wild Things Are), com direção de Spike Jonze. O filme é uma adaptação da história de Max, um garoto que, após uma discussão com sua mãe por ciúmes de um amigo da mesma, foge de casa a noite, com sua fantasia de logo e passa por uma grande viagem fantástica até uma ilha, onde vivem os monstros. Lá Max conhece uma bando de monstro e acaba sendo nomeado rei dos mesmos após se autodeclarar detentor de poderes mágicos. O que Max não esperava eram as responsabilidades que viriam com a fantasia e se dentro de situações que podem assustar. Cheio de muito afeto de surpresas, o filme é uma linda e rica adaptação do curto livro de Sendak originalmente publicado em 1963 e de mesmo título, totalmente ilustrado pelo autor.

Bom filme e Boa leitura!!




Cena do filme de 2009.



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Quem conta um conto, aumenta um ponto!


Ao se pensar nos tempos de colégio, sempre existem muitas coisas em comum nos relatos de todo estudante. Uma coisa que é recorrente é a realização de atividades voltadas às Datas Comemorativas. Normalmente, quando chegamos ao mês de Agosto, a data lembrada é o FOLCLORE, porém é sempre bom pensar: qual é o sentido do Folclore em nosso dia-a-dia, ele se resume a uma tradução das palavras: FOLK/LORE (Cultura de um Povo)? Esta tradução satisfaz a riqueza de elementos presentes nas pluralidades de costumes existentes? Ou Folclore tornou-se apenas a demarcação de mais uma data (22 de Agosto!) a ser comemorada, ou apenas lembrada? Muitas vezes ouvimos falar que as crianças se distanciam cada vez mais da construção cultural, crendo que esta é limitada à simplicidade e elaboração de brincadeiras ou brinquedos e das vivencias nas ruas, criticamos então as gerações atuais que cada vez mais se isolam em jogos eletrônicos. Todavia, contribuímos pouco, para que esta geração se encante com: cantigas, lendas, brincadeiras, dentre tantas outras coisas que tivemos acesso, além de pouco valorizar o que vem sendo construído atualmente por esta geração. Sabemos que as estórias fazem parte do nosso cotidiano; afinal, quem nunca foi ao banheiro do colégio temendo encontrar-se com a (assustadora!) Loira do Banheiro? Ou ser raptado em algum trajeto pelo Homem do Saco? Pensando então em rememorar esta atividade de: Criação... Conto... e Reconto de estórias e possibilitar que outras sejam criadas e ouvidas; queremos nesta semana propor contos que retomem a importância da transmissão cultural, que pulsa no nosso imaginário, do Oiapoque ao Chui, e de uma geração à outra. Sugerimos então a coleção de livros: “Estórias e Lendas do Brasil”, que através dos textos de Gonçalves Ribeiro, elucidam com empolgação as viagens do palhaço Arrelia, junto a um grupo de crianças, que durante passeio nas diversas regiões vão retomando, de maneira bem-humorada, as diversas lendas popularizadas nestes lugares e que em sua essência justificam de forma lúdica e criativa as interações entre os homens e os elementos da natureza.

Nesta coleção, de cinco volumes: Contos das Selvas; Contos do Norte; Contos do Sul; Contos da Terra do Ouro e Contos Sertanejos, o encanto perpassa a imaginação e nos ressaltam os olhos através de lindas ilustrações de J. Lanzellotti, além de conter belas fotos da turma em sua rotina de descoberta do espaço brasileiro.
Estão anexados aqui cinco primorosos contos da coleção, para que todos possam ficar como diria o Palhaço Arrelia: “impressionaudos...!” e “fascinaudos...!” e neles descobrir: Como Surgiu a Noite; O Vaqueiro Voador; O Graxaim e o Gambá; O Paraíso dos Insetos e A Filha do Pescador . Boa leitura e boa contação de história a todos...!




quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Como lidar com a questão das Diferenças?

               Outro TABU que precisamos trabalhar com as crianças e nem sempre é fácil é a questão das DIFERENÇAS.
               Lidar com as diferenças nem sempre é fácil, explicá-las então aos nossos pequenos pode ser uma tarefa ainda mais difícil. Esteja a diferença em nossas crianças ou em seus colegas, o importante e o maior desafio é fazer com que a compreendam, que respeitem e vejam que a diferença não é sinônimo de algo ruim, mas talvez seja sinônimo de “normal” porque as diferenças existem em todos os graus, lugares, cidades, assuntos, enfim... se existe algo presente o tempo todos em nossas vidas e no convívio com outras pessoas, esse algo é a DIFERENÇA. Para trabalhar esse tema, trazemos duas sugestões de leitura que mesclam temas mais complexos com temas mais comuns ao dia-a-dia das crianças, do autor Todd Parr, escritor americano que teve seus personagens transformados em desenho animado no ótimo, mas extinto, Toddworld.
               Primeira Sugestão:

“O Livro da Família” retrata de maneira muito simples o complexo e a diversificação no universo das novas estruturas familiares. Nem sempre os pequenos conseguem entender por que a família do coleguinha é diferente da sua ou, por que a sua família é tão diferente das famílias de seus coleguinhas. Por exemplo:
               Existem famílias grandes, outras pequenas;
               Existem famílias com a mesma cor, mas também existem famílias em que cada um tem uma cor;
               Existem famílias com pai e mãe, com dois pais ou duas mães, só com mãe ou só com pai e existem famílias só de avós...
               Além de mostrar as diversas estruturas familiares, o livro nos ajuda também a mostrar que por mais que sejam diferentes, elas permanecem como famílias tendo o amor como ligação principal, além de alguns costumes, tais como:
               As famílias gostam de se abraçar. Ficam tristes quando perdem alguém. Celebram dias especiais juntas e se fortalecem.

Segunda sugestão:
                   
“Tudo bem ser diferente” trata de forma mais específica sobre diferenças físicas e comportamentais. É excelente para trabalharmos com as crianças temas que podem gerar desconforto entre elas, brincadeiras de mau gosto, bullying, ressentimento, preconceito, etc. Também pode ser trabalhado com a própria criança que se sente diferente por ser mais gordinha, ou usar óculos, ou simplesmente não se interessar por brincadeiras e comportamentos das demais crianças.
               Esse livro acaba falando também um pouco sobre família, questão de ter pais diferentes ou ser adotado, por exemplo.
               O autor mescla temas mais “simples” com mais “complexos” e deixa a leitura muito mais leve e tranqüila pra abordar as crianças. Por exemplo: ao mesmo tempo em que ele fala que é normal usar óculos, ele também coloca que é normal usar rodas (se referindo a cadeira de rodas); ao mesmo tempo em que fala de ter amigo imaginário, também fala sobre manter a sua opinião quando julga algo errado, sem precisar fazer por estar sendo pressionado, etc.
               A sugestão é que ambos os livros sejam trabalhados juntos e as crianças sejam puxadas para refletirem sobre os temas, dando outros exemplos de diferenças e compreendendo que ser diferente é normal.

http://www.slideshare.net/lucelebolzan/tudo-bem-ser-diferente-7469893

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

"Luto e Morte" - como podemos ajudar as crianças?



Dentre os TABUS sociais, a MORTE é ainda o mais forte. Se para adultos tratarem da finitude da vida, e compreender que ela se dá à todos independente de etnia, classe ou idade é complexo, imaginemos então, tratá-las com as crianças.

José Carlos Rodrigues (1983) no livro "Tabu da Morte", nos diz que "(...) o fantasma do aniquilamento ronda, envolve, fustiga, desafia todos os sistemas humanos de explicação do homem e do mundo...", assunta adultos...assusta crianças, porém, não deve ser negado.

Trazemos então, algumas dicas de literatura infantil para ajudar adultos e crianças no sentido de apropriarem-se do tema e torná-los mais acessíveis, mais compreensíveis, mas jamais, insensíveis.

No prefácio do Livro "Formação e rompimento de vínculos" (2010), Colin Murray Parkes, inicia dizendo: "AMOR E LUTO, VÍNCULO E PERDA, são duas faces da mesma moeda: não se pode ter uma sem ter a outra. O luto é o custo do amor, e a única maneira de evitar a dor do luto é evitar o amor."

Na apresentação dessas coleções, nossa intenção é: o AMOR!




Comecemos então.....pelo...



O pequeno príncipe” - Antoine Saint-Exupéry (1900), é a mais bela obra sobre a morte. O autor inicia a história com o problema a partir de desenhos. Primeiro, sobre “uma jibóia que engolia uma fera”; depois, ele desenha “uma jibóia digerindo um elefante”, seguido da pergunta: “meu desenho causa medo”? Eis aqui o primeiro questionamento dessa criança sobre a morte, mas, os adultos não compreenderam. Depois de crescido, numa viajem, seu avião cai no deserto, e ele então, encontra o “Pequeno Príncipe”, que, por dias, vivem uma relação estreita de perguntas e respostas sobre o sentido da vida e da morte. No final da aventura, o autor conserta seu avião e pode retornar para casa. O “Pequeno Príncipe”, com ajuda de uma cobra (olha a "jibóia" aqui de novo), retorna ao seu planeta, mas deixa seu corpo.



Trecho do livro:

“- Esta noite ... tu sabes ... não venhas.
- Eu não te deixarei.
- Eu parecerei sofrer ... eu parecerei morrer. É assim. Não venhas ver. Não vale a
pena...
- Eu não te deixarei.
Mas ele estava preocupado.
- Eu digo isto ... também por causa da serpente. É preciso que não te morda. As
serpentes são más. Podem morder por gosto ...
- Eu não te deixarei.
Mas uma coisa o tranqüilizou:
- Elas não tem veneno, é verdade, para uma segunda mordida...
Essa noite, não o vi pôr-se a caminho. Evadiu-se sem rumor. Quando consegui
apanhá-lo, caminhava decidido, a passo rápido. Disse-me apenas:
- Ah ! estás aqui ...
E,ele me tomou pela mão. Mas afligiu-se ainda:
- Fizeste mal. Tu sofrerás. Eu parecerei morto e não será verdade...
Eu me calava.
Tu compreendes. É longe demais. Eu não posso
carregar esse corpo. É muito pesado.
Eu me calava.
- Mas será como uma velha casca abandonada. Uma casca de árvore não é triste...
Eu me calava.”


Autor: Antoine Jean Baptiste Marie Roger Foscolombe de Saint-Exupéry foi um escritor, ilustrador e piloto civil e subtenente da reserva, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe. Nasceu em 29 de junho de 1900, Lyon, França. morreu num acidente de avião, em 31 de julho de 1944, provavelmente, perto da baía de Carqueiranne, em Toulon. Seu corpo não foi identificado.


Nossa segunda história é de... 




“Vó Nana”, de Margaret Wil e Ron Brooks (Editora Brinque-Book/2000), conta a sensível relação entre avó e neta que compartilham uma vida juntas, mas, na história, há uma "despedida natural" que todos nós encontramos pela vida: a morte! É envolvido por um ambiente de serenidade e de paz que se apresentam pelas belezas da vida e pelo resgate das coisas simples que nos são tão caras. O texto é delicado e as ilustrações, uma verdadeira obra de arte.




Autora: Margaret Wild: nasceu na África do Sul e foi para a Austrália em 1972. Ela trabalhou como jornalista em revistas e jornais, e também foi editora de livros infantis durante dezesseis anos, gerenciando e comissionando uma enorme quantidade de títulos. Agora, morando em Sydney, ela escreve em tempo integral e trabalha em seu segundo romance para crianças.


Ilustrador: Os trabalhos de Ron Brooks incluem desenhos, pinturas, esculturas, palestras sobre arte e desenho. Ron ganhou por duas vezes o prêmio “Children’s Book Council of Australia Picture Book of the Year” e ilustrou vários e significativos livros infantis, incluindo "The Bunyip of Berkeley’s Creek", "Jonh Brown", "Rose and the Midnight Cat". Allen & Unwin foi a editora que publicou o aclamado "Fox", além de "Vó Nana" e "Rosie and Tortoise", todos eles escritos por Margaret Wild. Os livros de Ron foram publicados em vários países e ele é muito conhecido como o ilustrador que levou os livros infantis australianos para o cenário mundial.


Outra lindíssima obra....é de uma brasileira,




Saudade do que se foi, de quem se foi...”, de Renata Adrião D´Angelo (Editora Átomo/2010), é uma obra poética que trata de sentimos e coloca a morte como saudade natural causado pelo sentimento da perda. “Uma leitura para se entender / a morte de alguém querido / com poesia, suavidade, e com a / simplicidade do ciclo da vida...”. Uma leitura que nos remete ás simplicidades que nos envolve no cotidiano: a chuva, a brisa, a lua, o perfume...



AutoraRenata Adrião D´Angelo é natural de São Paulo, residindo em Campinas desde 1996. Apaixonada por livros desde criança, passou a escrever textos para serem dramatizados pelos colegas ainda no tempo de escola. Formou-se em Letras, casou-se, teve três filhos, sem nunca deixar de escrever poemas e contos, destinados às crianças e jovens, para quem leciona desde os 18 anos. Escrever para esse público, para ela, é um exercício de esperança, por possibilitar reinventar o homem, abastecendo-o de alegria e de fé na vida!



Outro autor brasileiro também nos encanta.....



Lino”, de André Neves (Editora callis/2011), é a história da amizade de Lino, um porquinho, e Lua, uma coelhinha branca que moram juntos numa loja de brinquedos. Um dia, Lua desaparece e Lino, se entristece tentando entender o que aconteceu. Um dia, Lino também quase desaparece...mas, encontra Estrela, sua nova amiga, que, proporciona a ele um reencontro com Lua, mas, desta vez...será diferente.






Autor: André Neves é ilustrador e autor de livros infantis. Já publicou diversos títulos no Brasil e no exterior. Participou também de importantes exposições e catálogos sobre a arte de ilustrar livros. Atualmente vive em Porto Alegre, onde estuda e trabalha, mas nunca teve um coelho nem um porquinho em sua casa. Talvez por isso tenha escrito essa história.


E finalizamos com....


Pochê – uma tartaruga que viveu a vida”, de Florence Seyvos e Claude Ponti (Editora WMF Martins Fontes Ltda, 2011), é uma aventura sobre a vida, a morte, o luto, e todas as dificuldades desse momento de adaptação com o diferente e a readaptação com a vida. Pochê presencia a morte de seu companheiro Polegar, e imediatamente nega sua morte, primeiramente, não abandonando o corpo e, depois, dialogando com ele por bilhetes, os quais, ela mesmo escrevia. Essa história põe para nós a dificuldade de viver o luto, que, por muitas vezes parece ser infinito. Acompanhar o trajeto de Pochê é importante, para adultos e crianças, porque o luto é necessário e real. O luto é uma forma de se despedir das pessoas (ou animais) queridas.




Autora Florence Seyvos: nasceu em 1967, em Lyon, na França. Começou sua carreira traduzindo livros infantis. Em 1989, publicou seu primeiro romance. Mora atualmente em Paris.


Ilustração: Claude Ponti: Nasceu em 1948 na região de Lorena, na França. Estudou artes, letras e arqueologia.




Não negue à criança o direito ao luto!!!!E....boa leitura!



Outras sugestões:



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Viajando para outros lugares, conhecendo outras culturas...

Em "As tranças de Bintou" de Sylviane A. Diouf e ilustrações de Shane W. Evans, temos o prazer de conhecer a história dessa garotinha, Bintou, que vive em um vilarejo africano.


Às voltas com seus cabelos, Bintou sonha com o dia em que terá tranças com miçangas, iguais às de sua irmã mais velha. Por ser criança, só pode se contentar com seus quatro birotes na cabeça... sua avó tenta consolá-la, mas em seus sonhos Bintou deseja ter lindas tranças.


Certo dia, Bintou realiza uma grande façanha evitando que alguns meninos se afoguem no mar. Em retribuição a seu ato recebe um presente. Seriam as tranças? Só lendo para descobrir...

Além da beleza das imagens,  esse livro nos traz também alguns indícios culturais da vila onde vive Bintou: alimentos, vestimentas, relação entre jovens e idosos, nomes diferentes dos que temos em nossa cultura, etc.

Fica nosso convite a conhecer Bintou e sua história... boa leitura!



quarta-feira, 9 de outubro de 2013


SERÁ QUE ESTAMOS PREPARADOS PARA AS PERGUNTAS DOS NOSSOS PEQUENOS?

As crianças sempre nos surpreendem com perguntas curiosas. Observam e querem compreender o mundo. Vai chegar um dia em que vão nos perguntar: De onde vêm os bebês? Pois quando éramos crianças as respostas eram: uma cegonha que trouxe; uma melancia que a mamãe engoliu; o bebê entregue em uma cestinha; entre outras... Mas será que essas repostas satisfazem as nossas crianças hoje em dia?
Como abordar um tema que ainda é visto como um tabu? Qual é o momento de abordar tal questão?
Nessas ocasiões ter um bom livro nas mãos pode auxiliar muito.
A sugestão dessa semana no nosso blog é um livro que trata deste assunto: Mamãe botou um ovo! – Babbete Cole.
 
 
O livro traz a história de um casal que decide contar aos filhos como os bebês são feitos. Eles narram as mais fantasiosas formas dos bebês chegarem ao mundo. Porém, para o espanto dos pais, os filhos resolvem desenhar a trajetória de uma semente que chega ao útero da mãe até se transformar num lindo bebê.
Uma narrativa simples com muitas ilustrações e que traz um dos assuntos mais delicados de ser abordado na Educação Infantil e pelos próprios pais. É importante ser verdadeiro e sincero no dia a dia da educação das crianças. Para que juntos possam criar uma relação de confiança e respeito para tratar desses e outros assuntos que até então eram vistos como tabu. Boa Leitura!


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Leitura para além das palavras

Mais um trabalho lindo de se ler.


A flor do lado de lá - Roger Mello.


Uma história que, além que conversar sobre nosso costume em desejar o que está distante de nós, nos ensina a olhar a beleza das coisas que estão próximas. Ótima leitura e ilustração belíssima!